Colégio Kitabu transforma arte em mensagem de apelo ao fim de xenofobia em África
O Projecto Cidadania e o Núcleo de Estudantes do Colégio Kitabu (NECK) realizaram, este mês de Junho, a campanha “Não à Xenofobia em África”, com um conjunto de actividades culturais que envolveram alunos de diferentes classes e transformaram a escola num espaço de reflexão, expressão artística e promoção da convivência entre os povos africanos.
No dia 18 de Junho, foi apresentada a peça teatral “Ubuntu”, interpretada por alunos da 11.a e da 12.ª classe, que destacou a interdependência entre os seres humanos e a filosofia africana segundo a qual “eu sou porque nós somos”. A encenação transmitiu mensagens de respeito, solidariedade e convivência pacífica, tendo sido amplamente aplaudida pela comunidade escolar.
Na representação da peça teatral participaram alunos de diferentes turmas, demonstrando espírito de colaboração, criatividade e compromisso com a promoção da cidadania. Da 12.ª B4 participaram Ashley Nhelenhele, Louis Mutaquinha, Daniel Collinson, Alessandro Meireles e Clécio Chitsonzo; da 12.ª B1, Arianna Bonnou, Melissa Muluana, Fidele Manirambona, Lázaro Menete, Génesis Muianga, Jessica Ferreira, Guilherme Meireles, Nayeco Sandramo, Josuela Muchanga, Sully Sulemane e Ednílson Machava; da 12.ª B4/C1, Aline Noronha; da 12.ª B2, Daniela Munhequete; e da 11.ª B1/2, Issufo Tafilo.
No dia 19 de Junho, as alunas Josuela Muchanga, da 12.ª B1, e Shady Nurmahomed, da 12.ª A, declamaram poemas inéditos produzidos especialmente para a campanha. No mesmo dia, os alunos Jessica Ferreira e Loyd Chale, da 12.ª B1, e Wezu Mondlane, da 12.ª B4/C1, apresentaram canções originais sobre este tema. As composições poéticas e musicais abordaram temas como fraternidade africana, dignidade humana, integração regional e rejeição da xenofobia, reforçando a mensagem central da iniciativa através da expressão artística e da criatividade juvenil.
A aluna Gabriela Bata, da 10.ª A, afirmou que “a arte permitiu transmitir mensagens fortes e despertar consciências, ajudando os alunos a compreender melhor a importância do respeito entre os povos”, apelando ao fim de xenofobia em África e à convivência pacífica entre povos.

